As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle e Alan Michael, desaparecidos desde 4 de janeiro, completam dois meses sem novas pistas. Segundo o Corpo de Bombeiros, as estratégias de buscas mudaram, e a corporação agora realiza varreduras terrestres e aquáticas apenas quando há indícios concretos que possam indicar o paradeiro das crianças.
Desde o desaparecimento, as autoridades intensificaram as buscas, utilizando cães farejadores e drones para monitorar áreas de interesse. Apesar de diversas operações coordenadas, o paradeiro das crianças ainda é desconhecido.
Ágatha e Alan foram vistos pela última vez brincando com um primo próximo à casa da avó materna, no povoado São Sebastião dos Pretos.
“Eu senti falta deles. Eles estavam brincando e depois desceram para a casa da vizinha, onde sumiram”, contou Francisca Cardoso, avó das crianças.
Com o desaparecimento, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) enviou uma força-tarefa para Bacabal (MA). Bombeiros, policiais militares, delegados e investigadores se uniram a cerca de 2.000 pessoas nas buscas, realizadas por terra e água. Apesar de contar com o apoio de helicópteros e drones, as equipes não conseguiram localizar as crianças.
No dia 7 de janeiro, Anderson Kauã, primo das crianças, foi encontrado por trabalhadores rurais no meio do mato, a cerca de 5 km do povoado. Desidratado, o menino passou 15 dias internado.
(Por g1 MA — São Luís. Foto: Reprodução/TV Globo)
