A família do menino de 3 anos que morreu afogado em uma fazenda do cantor Amado Batista, em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia, afirmou à Justiça que pediu ao gerente da propriedade e a outro funcionário que colocassem uma proteção na piscina.
A família afirma que os filhos não sabiam nadar e que o pedido foi ignorado. Após a morte da criança, o artista foi condenado a pagar R$ 453 mil de indenização aos pais.
Em nota, a defesa do cantor alegou que não há comprovação de “qualquer aviso, alerta ou pedido prévio para que a piscina fosse trancada, gradeada ou de qualquer forma protegida”. O advogado informou ainda que irá recorrer da decisão.
Os pais eram caseiros na propriedade quando o menino morreu, em 20 de maio de 2022. A sentença foi emitida no último dia 15 de junho pelo juiz Leonardo de Camargos Martins, da comarca de Goianápolis.
O casal foi contratado em abril de 2022 para trabalhar como caseiros na fazenda, onde passaram a morar com os dois filhos, de 11 e 3 anos. Um mês depois, o caçula morreu afogado na piscina da propriedade.
Conforme relato da mãe, no dia da tragédia ela preparava um almoço no local e estava acompanhada do filho de 3 anos. Em determinado momento, precisou ir ao banheiro e deixou a criança por alguns minutos. Segundo a família, nesse período, o menino caiu na piscina e se afogou.
(Por Yanca Cristina, Tatiane Barbosa, g1 Goiás. Foto: Reprodução/Redes Sociais)
