Quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Redenção

Bovinos e bubalinos só poderão transitar no Pará mediante identificação individual obrigatória

A pecuária paraense inicia um novo ciclo de segurança sanitária e modernização. A partir de 1º de janeiro de 2026, bovinos e bubalinos só poderão transitar no Estado mediante identificação individual obrigatória — com brincos visual e eletrônico — e Guia de Trânsito Animal (GTA) regularizada.

O alerta é da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), que reforça aos produtores rurais a necessidade de atenção às novas normas previstas no programa Pecuária Sustentável.

Com o objetivo de fortalecer a defesa agropecuária e garantir um rebanho mais protegido, o Governo do Pará, por meio da Adepará, está realizando a identificação individual de animais para produtores com até 100 cabeças, assegurando acesso à tecnologia e melhorando a gestão sanitária nas propriedades.

No Marajó, os impactos positivos também são reconhecidos pelos produtores locais.

“A logística do arquipélago é diferente, o manejo é diferente. É um ganho significativo para nós marajoaras. Todo avanço em tecnologia, inovação e controle é fundamental para consolidarmos qualidade e mercado”, afirma Gabriela Goveia, proprietária da fazenda Mironga, em Soure.

Rastreabilidade em contagem regressiva

Com a proximidade do prazo, a Adepará reforça que, a partir de 1º de janeiro, somente animais identificados e com GTA válida poderão circular no Pará.

Para produtores com até 100 animais, o Governo está realizando a doação dos brincos de identificação. Já para rebanhos maiores, os itens podem ser adquiridos em revendas agropecuárias credenciadas nos municípios do Estado.

A Agência orienta que os produtores busquem as unidades regionais para adquirir os elementos de identificação ou esclarecer dúvidas sobre o Sistema de Rastreabilidade Bovídea do Pará.

(Agência Pará. Foto: Alex Ribeiro/Ag. Pará)