O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) denunciou à Justiça um suposto esquema que teria desviado mais de R$ 14 milhões em contratos do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio).
Entre os denunciados estão o ex-presidente do instituto, Nilson Pinto de Oliveira, e a mulher dele, Lena Ribeiro Pinto. Segundo o MP, há suspeitas de direcionamento de licitações e irregularidades na execução dos serviços.
As denúncias foram formalizadas na 10ª Vara Criminal de Belém e ainda dependem de análise judicial.
Em nota, Nilson Pinto afirmou, em nota, que recebeu a denúncia com indignação, mas disse estar tranquilo e confiante na Justiça.
Segundo ele, todos os ritos legais foram cumpridos nos processos de contratação das empresas responsáveis pelos serviços.
Lena Pinto, a vereadora de Bragança Tatiana Ferreira Rodrigues e o Ideflor-Bio não se pronunciaram sobre as acusações.
Quais contratos estão sob suspeita?
A investigação tem como foco três contratos firmados entre o Ideflor-Bio e a Construtora Duas Marias. Eles previam:
Manutenção do muro do Parque Estadual do Utinga;
Reforma de imóveis do instituto;
Serviços de manutenção predial.
A vereadora de Bragança Tatiana Ferreira Rodrigues também está entre os investigados. Ela é apontada pelo MP como gestora da empresa contratada.
(Por Poliane Guimarães, Redação g1 Pará e TV Liberal — Belém. Foto: Reprodução)
